Autor Tópico: A história da mulher que prefere ir parar à prisão a vacinar o filho  (Lida 98 vezes)

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O movimento antivacinas é uma corrente que, para tristeza de muitos pediatras e organismos internacionais, está na ordem do dia nos Estados Unidos, mas também em países europeus como Itália, França e Portugal.



Epidemias recentes de doenças que se julgavam já erradicadas, como o sarampo, voltaram a colocar o tema das vacinas na ordem do dia. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associação Médica Americana critica abertamente os pais que se recusam a vacinar os filhos por razões exclusivamente não-médicas. Neste país, em 20 dos 50 estados, é possível não vacinar por razões religiosas e pessoais.
A maioria dos pais que atrasa ou recusa a vacinação dos filhos toma essa decisão com base em três premissas variáveis: crenças religiosas, pessoais ou filosóficas. Segundo estes pais, as autoridades de saúde desconhecem os reais efeitos secundários das vacinas, relata uma investigação realizada em 2016 e publicada no Journal of Pediatric Pharmacology and Therapeutics.


No último ano, uma mulher de Detroit, no Michigan, trouxe o caso da antivacinação novamente a lume. A mulher garante que prefere ir parar à cadeia do que permitir a administração das nove vacinas que lhe são exigidas dar ao seu filho. "Vacinar o meu filho vai contra a minha religião. Este é o direito de decidir. É o meu direito de escolha", disse ao jornal The Washington Post.
A mãe foi processada pelo ex-marido em Novembro e em tribunal a sentença ditou a obrigação de vacinar a criança. O prazo para fazê-lo termina esta quarta-feira. "Não tive a oportunidade de alegar as minhas razões, por isso o mais provável é que termine na prisão", comentou a mulher ao referido jornal.
Embora no estado do Michigan seja permitido alegar razões religiosas para recusar a vacinação, muitas escolas são obrigadas a ministrar um curso aos pais sobre este assunto, tanto em centros públicos como privados. A mulher garante ter participado nestes cursos e, segundo ela, os dois pais concordaram em não vacinar o menor.
Entretanto, o casamento de ambos foi anulado meses depois do nascimento do filho, dando início a uma contenda judicial motivada pela não vacinação da criança.
   O sarampo foi erradicado em 2000, mas em 2014 e 2015 surgiram mais de 18.000 casos de sarampo nos Estados Unidos, especialmente na Califórnia.


In: http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/a-historia-da-mulher-que-prefere-ir-parar-a-prisao-a-vacinar-o-filho?pagina=1


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Este é o direito de decidir.


De facto. Não têm é o direito de pôr os filhos dos outros em risco de saúde!

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por alguma razão são obrigatórias. É para protecção de todos!!
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pois enfim... é a sociedade que temos... olhar pro próprio umbigo...
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Uma mulher do Estado norte-americano do Michigan foi condenada a sete dias de prisão depois de ter desrespeitado uma ordem judicial que a obrigava a vacinar o filho de 9 anos.

Rebecca Bredown não queria que o filho fosse imunizado, apesar de ter acordado com o pai da criança, de quem é divorciada, a realização do procedimento, escreve a ABC News.
O caso foi para tribunal e um juiz obrigou a progenitora a garantir a imunização da criança. Mas Rebecca Bredown não cumpriu a ordem judicial. Entretanto, o ex-marido e pai da criança fez-se valer da justiça norte-americana e recebeu a guarda temporária do filho para poder vaciná-lo.
   Já Rebecca Bredown acabou condenada a sete dias de cadeia por desrespeitar uma ordem judicial.


A legislação no Michigan permite que os pais não vacinem ou atrasem a vacinação dos filhos por crenças pessoais ou religiosas, o que está a gerar alguma polémica depois dos vários surtos de doenças supostamente erradicadas em estados americanos mas também em alguns países europeus.
O caso do filho de Rebecca Bredown
Após o nascimento da criança, a progenitora e o ex-marido decidiram que atrasariam a vacinação do filho. No entanto, o casal divorciou-se em 2008 e manteve a guarda partilhada. Nessa altura, o pai mudou de posição e exigiu a vacinação da criança.
O movimento antivacinação é uma corrente que, para tristeza de muitos pediatras e organismos internacionais, está na ordem do dia nos Estados Unidos, mas também em países como a Itália, França, Alemanha e Portugal.
O sarampo foi erradicado em 2000, mas em 2014 e 2015 surgiram mais de 18.000 casos de sarampo só nos Estados Unidos, especialmente na Califórnia. Em Portugal, uma criança chegou mesmo a morrer no ano passado por não estar vacinada contra o vírus responsável por essa doença infecciosa.


In: http://lifestyle.sapo.pt/familia/noticias-familia/artigos/mae-presa-por-se-recusar-a-vacinar-o-filho-de-9-anos

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enfim ha de tudo